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CONCORRENTES
A
9ª edição do FNT reúne o maior número de estados da região.
Apenas o Piauí e Alagoas não conseguiram inserir uma
representação. O Ceará tem apenas um concorrente.
Clássicos da dramaturgia, adaptações da literatura, dramas,
comédias, crônicas da vida, folguedos nordestinos, o universo
feminino. Temas que permeiam as peças que estarão em cena em
Guaramiranga. Veja abaixo os Concorrentes:
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Nome:
Yerma |
| Estado: Ceará |
| Espetáculo da Palmas Produções
Artísticas, única companhia cearense selecionada para o
Festival de 2002. O texto original é do autor espanhol Garcia
Lorca. A adaptação e a direção é de Francinice Campos.
Tendo o meio rural da Espanha como cenário, Lorca relata a
trajetória de Yerma, mulher que luta contra o tempo e os
contratempos para realizar o desejo de ser mãe. |
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| Nome: A
Gloriosa Vida e o Triste Fim de Zumba-Sem-Dente |
| Estado: Pernambuco |
| Baseado no conto O
Traidor, do pernambucano Hermilo Borba Filho. A realização
é da C2 Comunicação, de Recife (PE). Adaptação e
direção são de Carlos Carvalho. A peça conta as
desventuras do sapateiro, analfabeto e comunista,
Zumba-Sem-Dente durante a ditadura na cidade de Palmares.
Cheio de ditos e graças, e almejando a tão sonhada
democracia, ele resolve candidatar-se a prefeito do município
em oposição ao até então único candidato, partidário do
Regime Militar. |
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| Nome: A
Escrita do Deus |
| Estado: Maranhão |
| A peça é uma adaptação do
conto Escrita, do escritor argentino Jorge Luís Borges. O
texto, interpretado pela Cia. Tapete Criações Cênicas, de
São Luís (MA), revela a eterna busca do homem pela unidade
do ser, pela sua própria identidade e pelo anseio do divino. |
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Nome: Idas
e Vidas |
| Estado: Bahia |
| Comédia montada por formandos da
Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia, com
direção de Hebe Alves. O texto de Flávio Marinho conta a
história de colegas de faculdade que se reencontram vinte
anos depois de formados. |
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| Nome: A
Lenda do Poço Feio |
| Estado: Rio
Grande do Norte |
| Da Companhia Escarcéu de
Teatro, de Mossoró (RN). O grupo desenvolve uma pesquisa
cênica voltada para a estética dos folguedos dramáticos do
Nordeste. Esta peça, com texto de Nonato Santos, conta de
forma alegre e vibrante o universo lendário dos pescadores da
ribeirinha do rio Mossoró. |
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| Nome: Quando
Despertamos Estávamos Mortos |
| Estado: Paraíba |
| Os paraibanos da Cia
Sírius apresentam um clássico da dramaturgia escrito pelo
norueguês Henrik Ibsen. O espetáculo revela os conflitos de
um artista plástico, Rubek, que não consegue conciliar a
arte e a vida. Em uma viagem, ele e sua esposa, Maja,
encontram Irene, mulher que serviu de modelo para suas obras e
que foi uma paixão platônica. No encontro, ela revela que
todos estão mortos e que para resgatar o amor precisam
despertar. |
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| Nome: Severino
Gajuru |
| Estado: Paraíba |
| Adaptação da obra Morte
e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, encenada pelos
alagoanos da Associação Teatral Joana Gajuru. O espetáculo
é dirigido pelo paraibano Eliézer Rolim e relata as mazelas
e a fé do povo nordestino. |
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| Nome: Água
Mole em Pedra Dura Tanto Bate até que Fura |
| Estado: Sergipe |
| Do grupo Kasa da Imaginação,
de Aracaju (SE). Teatro de rua que explora manifestações
folclóricas da língua. |
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| Nome: Deus
Danado |
| Estado: Paraíba |
| Espetáculo do Movimento de
Cultura Artística (Moca), de João Pessoa (PB). Um resgate
mítico de uma história de trancoso. A busca de um homem por
uma botija deixada por seu pai, numa terra arrasada pela
ganância do ouro e oprimida pelo silêncio de Deus. |
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| Nome: O
Arquiteto e o Imperador da Assíria |
| Estado: Pernambuco |
| Texto do espanhol Fernando
Arrabal, um dos expoentes do teatro do absurdo, montado pelos
pernambucanos da Adelson Dornelles Produções, com direção
de Carlos Carvalho. A peça ironiza a grandiloqüência do
homem civilizado, arquiteto de um império fantasioso. |
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| Nome: Zumba |
| Estado: Pernambuco |
| Espetáculo pernambucano da
companhia C2 Comunicação. O texto e direção de Carlos
Carvalho. |
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